biomedicina Com apoio de uma instituição local de Ensino Superior, estudantes de Santos tentam aproximar o ambiente acadêmico à realidade do mercado de trabalho. O campo é o dos biomédicos, profissionais responsáveis pelo diagnóstico de doenças e pela indicação de tratamentos a serem ministrados por médicos.

Esta sexta-feira (30) será o último dos três dias do XIV Congresso de Biomedicina da Baixada Santista, promovido pelo Centro Universitário Lusíada (Unilus). Profissionais e pesquisadores têm apresentado inovações, novas tecnologias e métodos de investigação na área, com palestrantes trazidos pela Comissão de Alunos do curso.

Cerca de 200 estudantes, ex-alunos e convidados têm refletido sobre o futuro do setor em palestras e cursos de capacitação. A Biomedicina data da década de 1960 e se destina a formar pesquisadores e professores para áreas como Medicina e Enfermagem.

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Entre as 35 áreas nas quais um biomédico pode trabalhar, estão análise clínica, toxicologia, perícia criminal, medicina forense e genética. “Fizemos uma pesquisa com os alunos para saber qual era o interesse deles, qual linha pretendiam seguir, para ir então atrás desses profissionais”, diz a estudante Ana Luiza Bizinelli, presidente da Comissão de Alunos.

“Nós somos profissionais que ficamos nos bastidores, mas importantes”, salienta Carolina Garcia, professora e coordenadora do curso de Biomedicina do Unilus, aberto em 1998. Em debate

Entre os palestrantes no congresso, esteve o biomédico Fernando Mesquita, ex-aluno do Unilus. Ele falou sobre automação de testes de hematologia e hemogramas automatizados.

“Hoje em dia, não se tem mais aquela coisa manual. Precisa-se de velocidade, precisão, e isso conseguimos com a automação. A palestra vai colocar eles (os alunos) no mundo da biotecnologia relacionado à hematologia”, afirma.

Doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e consultora científica de uma farmacêuticaalemã,a também ex-aluna do Unilus Thais Galatro tratou do papel dos biomédicos na indústria, destacando “a ponte entre o que é básico e o que é clínico”.

Outros assuntos em pauta foram a iniciação científica em pesquisas acadêmicas e estudos sobre esquizofrenia – dos quais falaram Rodolpho de Oliveira e Ana Carolina Lima, alunos de doutorado e mestrado, respectivamente, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

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Fonte: A Tribuna

Fonte: panoramafarmaceutico.com.br/2019/09/02/biomedicina-e-debate-de-congresso-regional-em-santos